
A arquitetura residencial de 2026 abandona a busca pela perfeição estética e passa a valorizar a identidade, a memória e o bem-estar dos moradores. O arquiteto Bruno Moraes, do BMA Studio, aponta oito tendências: o “moderno nostálgico” mistura peças contemporâneas e vintage; materiais naturais e imperfeições ganham espaço; formas curvas e orgânicas substituem linhas rígidas; cores quentes como chocolate, oliva e azul profundo aparecem em paredes e marcenaria; espaços híbridos com home office planejado se tornam permanentes; o luxo silencioso prioriza qualidade e durabilidade; novos materiais ecológicos como micélio e couro de cacto surgem; e o design regenerativo considera o impacto do ambiente na saúde física e emocional. “A casa precisa ser reflexo da pessoa e precisa fazer bem para quem vive nela”, conclui Moraes.
Leia o texto completo clicando aqui.